sábado, 6 de fevereiro de 2016

Com 'raiva de Deus', homem quebra porta de igreja a pedradas no RN

Fato aconteceu na madrugada deste sábado (6) em Marcelino Vieira.
Preso disse estar cansado de pedir as coisas a Deus e não ser atendido.


Portas da igreja foram estilhaçadas a pedradas  (Foto: Divulgação/PM)
Portas da igreja foram estilhaçadas a pedradas (Foto: Divulgação/PM)
Um homem foi preso na madrugada deste sábado (6) após quebrar, a pedradas, a porta de vidro de uma igreja evangélica na cidade de Marcelino Vieira, na região Oeste potiguar. Segundo a PM, o homem tinha sinais de embriaguez e disse ter jogado a pedra porque estava cansado de pedir as coisas a Deus e não ser atendido.
Ainda de acordo com a polícia, o preso contou que havia passado parte do dia bebendo com um grupo de amigos e que tudo estava tranquilo até então. Mas, ao chegar em casa, teria discutido com o pai, razão que o fez voltar para a rua, descontando a raiva de Deus nas portas da igreja.
Detido em flagrante, o homem foi levado para a Delegacia Regional de Alexandria, onde ficou à disposição da Justiça.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016


O mistério dos montes que se movimentam em Plutão foi enfim solucionado



Algo estranho vem acontecendo na superfície de Plutão. Há uma série de montes, distantes alguns quilômetros uns dos outros, e que parecem se mover.
NASA tem uma explicação intrigante para o fenômeno: isso que vemos não são apenas montes — eles também são icebergs. É uma explicação relativamente convincente, exceto por um problema: a superfície na qual esses montes estão flutuando também são de gelo. Aí vem a pergunta: como gelo flutua no gelo?
A teoria do movimento de gelo sobre gelo em Plutão intriga a equipe da sonda New Horizons há mais de um mês, mas esta é a primeira vez que eles conseguiram explicar o movimento desses montes em particular.
Basicamente, a explicação diz que há dois tipos de gelo em Plutão: o gelo feito de nitrogênio, e um outro que conhecemos bem, o gelo feito de água. O gelo de nitrogênio é consideravelmente mais denso que o gelo convencional. Logo, o gelo que conhecemos flutua sobre o de nitrogênio.
Isso significa que esses montes podem flutuar em suas posições, movimentando-se de uma forma que os pesquisadores da NASA compararam a icebergs em nosso Oceano Ártico.

6 alimentos que um especialista em segurança alimentar diz que nunca comeria

  • O mais seguro é verificar se a embalagem do suco tem uma etiqueta afirmando que "este alimento foi pasteurizado"
    O mais seguro é verificar se a embalagem do suco tem uma etiqueta afirmando que "este alimento foi pasteurizado"
Os dois surtos da bactéria E. coli que afetaram em 2015 os restaurantes da popular rede de restaurantes Chipotle, nos Estados Unidos, trouxeram à tona mais uma vez o risco de intoxicação apresentado por alguns alimentos. A forma como os alimentos são processados hoje em dia cria várias chances para que agentes patogênicos cheguem a nossas mesas.
E, como foi demonstrado no caso da rede Chipotle, está cada vez mais difícil rastrear as fontes destas contaminações.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC na sigla em inglês) anunciou nesta semana que os surtos de E. coli na rede de restaurantes parecem ter acabado. Mas o CDC não conseguiu encontrar as causas do surto que afetou cerca de 60 pessoas em 11 Estados americanos, 22 delas em estado grave.
"A prova epidemiológica recolhida durante a investigação sugere que um produto alimentício comum ou um ingrediente servido nos restaurantes do Chipotle Mexican Grill foi a causa provável dos dois surtos", afirmou o órgão em uma declaração. "A investigação não identificou um alimento ou ingrediente específico vinculado à doença", acrescentou o CDC.
O surto de E. coli na rede Chipotle não é um caso isolado. De acordo com o CDC, a cada ano nos Estados Unidos cerca de 48 milhões de pessoas ficam doentes devido a algum problema com origem na alimentação.
Destas, 128 mil precisam ser internadas e cerca de 3 mil morrem por causa destas doenças.
Bill Marler, advogado e especialista em segurança alimentar, representou vítimas de quase todos os surtos de intoxicação que ocorreram nos Estados Unidos nos últimos 20 anos, incluindo os últimos casos relacionados à rede Chipotle.
Marler acaba de publicar em uma revista online, a Bottom Line Health, uma lista com seis alimentos que, segundo ele, jamais comeria. Veja abaixo:

1. Leite e sucos sem pasteurização

Segundo Marler, estes alimentos podem estar contaminados com vírus, parasitas e bactérias como a Salmonella, E. coli e Listeria.
O CDC informa que, entre 1993 e 2006, cerca de 1,5 mil pessoas ficaram doentes nos Estados Unidos por consumir leite "cru", sem pasteurização, ou queijos produzidos com este tipo de leite.
O leite sem pasteurização tem 150 vezes mais chances de causar doenças do que os produtos lácteos pasteurizados.
E a mesma advertência se aplica aos sucos não pasteurizados, muitos populares em lojas de produtos saudáveis ou comprados nas ruas, feitos de frutas, que podem conter bactérias perigosas.
De acordo com Marler, o mais seguro é verificar se a embalagem do suco tem uma etiqueta afirmando que "este alimento foi pasteurizado".

2. Brotos ou germinados (de soja, feijão, alfafa etc) crus

Desde o meio da década de 1990 os brotos crus ou levemente cozidos já foram ligados a mais de 30 surtos bacterianos nos Estados Unidos, principalmente causados por Salmonella e E. coli.
Em 2011, quase 4 mil pessoas ficaram doentes e 53 morreram devido a uma intoxicação na Alemanha cuja causa foi justamente a E. coli em brotos.
Em 2014, um surto de Salmonella em brotos de feijão levou 19 pessoas para o hospital nos Estados Unidos.
Marler afirma que todo tipo de germinado pode propagar uma infecção bacteriana que tem origem em suas sementes. Mas o especialista também acrescenta que, se os brotos forem bem cozidos, ele comeria sem problemas.

3. Carne malpassada (inclusive hambúrguer)

Para Marler, os hambúrgueres sempre devem estar bem cozidos.
"A razão de os produtos moídos serem problemáticos e necessitarem um bom cozimento é porque qualquer bactéria que está na superfície da carne pode contaminar o interior", afirmou.
Se a carne moída não for cozida a 70 graus interna e externamente pode causar intoxicação por E. coli, Salmonella e outras bactérias. 
Thinkstock
A carne moída tem risco de contaminação de bactérias como a E. coli
Marler afirma que também há problemas na técnica de maceração dos bifes: a prática de furar a carne com uma agulha para amaciá-la e que pode transferir micróbios da superfície para o interior da carne.
Se a carne está macerada, Marler afirma que prefere comer o bife bem passado. Se não está, escolhe o bife ao ponto.

4. Frutas e vegetais que se vendem lavados ou cortados, "prontos" para comer

"Fujo destes como se fosse uma praga", disse Marler.
O especialista afirma que quanto mais se manipula e processa um produto, maior é o risco de contaminação.
Nos últimos anos houve um grande aumento nas vendas de saladas, frutas ou verduras lavados, cortados e prontos para o consumo.
Para Marler, a "conveniência é maravilhosa, mas acho que, às vezes, não vale a pena assumir o risco".
O especialista compra frutas e verduras sem lavar nem cortar, em pequenas quantidades, e as consome em um prazo de três a quatro dias para reduzir o risco de listeria, uma bactéria letal que prospera dentro da geladeira.

5. Ovos crus ou semicrus

Apesar de no final da década de 1980 uma epidemia de Salmonella na Grã-Bretanha ter transformado o ovo em inimigo número um, muitas pessoas não deixaram de consumi-lo cru.
O ovo é um dos alimentos mais nutritivos e econômicos do mundo, mas tem muitos riscos.
E, para evitar doenças, os especialistas recomendam armazenar os ovos na geladeira e servi-los após cozimento.

6. Ostras e outros moluscos crus

Segundo Bill Marler os moluscos crus, principalmente as ostras, estão causando cada vez mais intoxicações.
A teoria do especialista é que o aumento da temperatura das águas do mar aumentou o desenvolvimento de micróbios. Portanto é preciso ter cada vez mais cuidado com estes produtos.
"As ostras são animais filtradores, quer dizer, recolhem tudo o que está na água. Se existe bactéria, ela entra em seu sistema e se você comer esta ostra terá problemas", afirmou. "Vi muito mais casos disto nos últimos cinco anos do que nos últimos 20. Simplesmente não vale a pena o risco", acrescentou.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Como usar o Tor no Facebook para Android

A rede anônima Tor, que permite que milhares de usuários naveguem anonimamente na web, fechou uma parceria com o Facebook recentemente. Com isso, os usuários poderão usar o aplicativo para Android da rede social com um maior nível de privacidade.
Isso impede que alguns dos seus dados sejam repassados para empresas e organizações, tais como o número de seu endereço IP, a sua localização física, quem são os seus amigos, o que você curte, quais sites acessa, dentre outras informações. Veja agora como usar o aplicativo do Facebook de forma anônima através da rede Tor.
Facebook libera login via Tor para preservar anonimato dos usuários (Foto: Montagem) (Foto: Facebook libera login via Tor para preservar anonimato dos usuários (Foto: Montagem))Facebook libera login via Tor para preservar anonimato dos usuários (Foto: Divulgação/ Facebook/ Tor )
Passo 1. Primeiramente, faça download do aplicativo “Orbot Proxy com Tor” no TechTudo 
Passo 2. Ao abrir o aplicativo em seu smartphone Android, você verá que a cebola (símbolo da rede Tor) está em preto e branco. Toque nela por alguns segundos para que ela fique colorida. Isso mostra que o aplicativo está ativo e funcionando em seu celular.
Ative a rede Tor em seu celular (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)Ative a rede Tor em seu celular (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)
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Passo 3. Agora abra o aplicativo do Facebook, toque no ícone de três linhas, localizado no canto superior direito, e desça a tela até a seção “Ajuda e configurações”, tocando na opção “Configurações do aplicativo” logo em seguida.
Acessando as configurações do aplicativo do Facebook (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)Acessando as configurações do aplicativo do Facebook (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)
Passo 4. Nesta tela, vá até o final e toque em “Configurações do Tor”. Agora ative a chave em “Usar Tor via Orbot”.
Habilitando o uso da rede Tor no aplicativo do Facebook (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)Habilitando o uso da rede Tor no aplicativo do Facebook (Foto: Felipe Alencar/TechTudo)
Pronto! Agora é só esperar a conexão se estabelecer para começar a usar o Facebook por meio da rede Tor, preservando vários dados pessoais.

Cientistas desvendam mistério de criatura marinha que lembra meia roxa suja

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O mistério de uma criatura das profundezas do mar que lembra uma meia roxa usada foi solucionado, afirmam cientistas.
O animal, chamado Xenoturbella, é tão bizarro que cientistas passaram 60 anos sem descobrir o que era ou mesmo sua localização no reino animal.
Mas a descoberta de quatro novas espécies no oceano Pacífico levou pesquisadores a concluir que o animal pertence a um dos ramos mais antigos da vida na Terra.
O estudo foi publicado na revista científica Nature.
O pesquisador chefe, Greg Rouse, do centro de oceanografia Scripps, nos EUA, disse: "Nosso apelido para o animal era 'meia roxa'. Se você pensar em uma meia usada e jogada no chão - ele parecia literalmente com isso, ou com um balão murcho".
Xenoturbella foi descrita pela primeira vez em 1949.
A esquisitice do oceano não tem olhos, cérebro nem intestino. Só uma pequena boca escancarada que recebe alimentos - e depois descarta resíduos.
Apenas uma espécie era conhecida, e intrigava cientistas. Os primeiros testes genéticos erraram ao classificar a "meia" marinha como um molusco.
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Image captionTestes genéticos revelaram que o organismo é primitivo e integra a base da evolução da vida
"Acabaram sequenciando o DNA do que o animal comia", disse Rouse.

Revelações no fundo do mar

Outros pesquisadores acreditavam que pudesse ser uma criatura sofisticada que havia se livrado de todos os elementos mais completos durante sua evolução.
A descoberta de quatro novas espécies no fundo do Pacífico possibilitou o estudo mais detalhado desse animal.
Com minissubmarinos remotos, foi possível filmar as criaturas pela primeira vez.
A investigação identificou uma nova e grande espécie, com mais de 20 cm de comprimento, batizada como Xenoturbella monstrosa. O animal foi registrado a quase 3 km de profundidade, no golfo da Califórnia (México).
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E também a Xenoturbella churro: nomeada pela semelhança com o tradicional doce frito espanhol - mas bem menos apetitoso.
Com as novas inclusões à família, os pesquisadores puderam realizar testes genéticos mais completos, e reforçar a hipótese de que esses animais formam um grupo ate então desconhecido de organismos bilaterais.
"Confirmamos o fato de que eles devem ser considerados como um grupo bem primitivo", disse Rouse.
Image copyrightMbari
Image captionA estranha criatura do fundo do oceano intriga cientistas há mais de 60 anos
Segundo o cientista, eles se situam quase na base da árvore da evolução. "Um ramo importante da árvore da evolução da vida agora tem quatro novas espécies, em vez de apenas uma."

Perguntas sem resposta

Mas a investigação sobre a Xenoturbella ainda tem chão pela frente. "Nunca a vimos se alimentando", disse Rouse.
"Esses animais possuem apenas uma pequena abertura para a boca. Não possuem dentes, e nenhuma estrutura de sucção que poderia rasgar um pedaço de alguma criatura bivalve menor. Como eles comem ainda é um grande mistério."
A equipe espera que expedições futuras possam trazer novas revelações sobre essa criatura bizarra das profundezas.

Alemães criam superfornalha solar para construção de cidades na Lua


Image copyrightScience Photo Library
Image captionA poeira áspera que cobre a superfície da Lua precisa ser compactada antes de eventual uso
Apesar de o filme 007 Contra o Homem com a Pistola de Ouro ter um vilão poderoso, esse filme de 1974 é considerado um dos mais fracos da franquia James Bond.
A história vai de Londres à Tailândia, com o protagonista no encalço do assassino Scaramanga e do projeto Solex – um aparelho capaz de transformar a luz do Sol em energia ilimitada.
Na sequência final do filme, no esconderijo de Scaramanga, o vilão demonstra a Bond seu plano para dominar o mundo, acionando um espelho gigante que concentra a luz do Sol em um raio mortal.
Embora a trama seja pouco plausível, a ciência por trás da ideia não é exagerada. Na verdade, engenheiros da agência espacial alemã, a DLR, estão trabalhando em uma tecnologia parecida.
Em vez de estar disfarçado numa pedra em uma caverna secreta, o espelho gigante na sede da DLR em Colônia fica atrás de uma cerca baixa, no final do estacionamento.
O painel reflete a luz para o chamado Concentrador Solar - um nome bem ao estilo Bond. Persianas elétricas se abrem para revelar um arranjo de seis metros de altura com 159 espelhos hexagonais polidos que - como o nome sugere - concentram a luz do sol em um feixe comprimido.
A luz é direcionada a uma fornalha solar, onde as temperaturas podem alcançar 2.500ºC. Protegida por uma tela e cercada por avisos de perigo, a estrutura é capaz de derreter a maioria dos metais - incluindo ferro, aço e titânio. Perfeita para planos de dominação do mundo - e ainda ecologicamente correta.

Custo astronômico

Mas os planos dos cientistas da DLR são mais ambiciosos do que qualquer projeto terrestre. Eles estão usando a fornalha solar para descobrir como construir uma vila lunar, uma ideia para um assentamento na Lua descrita em 2015 pelo novo chefe da agência espacial europeia, Jan Woerner.
Uma base permanente na Lua não sairá barato. As missões Apollo, que enviaram astronautas ao satélite natural da Terra no final dos anos 1960 e começo dos 1970, custaram cerca de R$ 800 milhões em valores atualizados, e apenas para colocar 12 pessoas na superfície. Imagine a despesa adicional de enviar módulos de habitação e materiais para construí-los.
Image copyrightSPL
Image captionUsar poeira como essa para construir estruturas no espaço pode ser uma grande economia de recursos
"Um dos maiores desafios é erguer uma base na Lua sem gastar muito dinheiro enviando coisas até lá", diz o físico de materiais da DLR Matthias Sperl.
Por muitas décadas, artistas, arquitetos e engenheiros elaboraram projetos complexos de bases lunares - subterrâneas ou em domos - feitas com materiais disponíveis na Lua. Até hoje, no entanto, ninguém encarou a física básica para verificar a viabilidade das ideias.
"Começamos do zero para imaginar o que teria acontecido se não tivéssemos nascido na Terra", conta Sperl, "mas tivéssemos aprendido a construir uma casa na Lua."
Sperl está usando a fornalha solar para estudar as propriedades da poeira da Lua e verificar se é possível derretê-la ou assá-la em forma de tijolos.
"Temos bastante poeira da Lua e bastante luz solar, então estamos tentando tirar o máximo proveito possível disso."
Em seu escritório, Sperl mostra tubos de ensaio com um pó cinza bem fino, idêntico à poeira lunar de verdade. Ele sugere evitar tocar o material.
"Imagine uma mistura de areia da praia com cinza vulcânica", afirma o físico. "Ela é bem áspera, e se você rever imagens dos astronautas da Apollo, você verá que ela entra em tudo que é lugar, então é melhor evitá-la."

'Uma grande responsabilidade'

Esse pó cinza não promete ainda um material de construção para uma estrutura robusta e à prova de radiação, necessária para proteger uma eventual comunidade lunar.
"Isso me traz uma grande responsabilidade", reconhece Sperl. "É melhor garantir que o abrigo para onde mandaremos nossos astronautas seja seguro como uma rocha, para que eles possam sobreviver naquele ambiente hostil."
Image copyrightDLR
Image captionA fornalha usa a luz do Sol para gerar temperaturas de até 2.500ºC
Considerando que a equipe de Sperl consiga transformar, na Terra, a simulação de poeira lunar em material sólido, a etapa seguinte será descobrir se o processo será viável na Lua.
Uma opção em estudo é levar uma fornalha solar até a Lua, onde astronautas ou robôs poderiam produzir tijolos e trabalhar como pedreiros para montar estruturas. Ou talvez possam usar blocos com partes que se encaixam, como peças de Lego.
"Uma vez que saibamos os parâmetros físicos, poderemos decidir se será melhor construir usando uma grande pilha de Lego", diz Sperl, "ou se devemos montar tudo sem ligações entre os elementos da construção."
Isso pode envolver imprimir uma base lunar em 3D a partir da poeira lunar, uma ideia que a Nasa (agência espacial americana) investiga para Marte.
Image copyrightAlamy
Image captionSerá que a agência espacial alemã buscou inspiração nos filmes de James Bond?
O conceito evita o problema do envio de galões de material colante para unir tijolos, mas demandaria a criação e o lançamento de uma impressora 3D até a Lua.
Os engenheiros também precisarão considerar a menor gravidade da Lua - qualquer tijolo ou estrutura criada em impressão 3D não precisa ser tão forte como na Terra, liberando as restrições da engenharia feita na gravidade da Terra.
"Estamos bem animados para aprender como a engenharia civil será na Lua", afirma Sperl. "Você poderia ter as estruturas mais malucas, simplesmente impossíveis de construir na Terra."
Esses conceitos podem levar décadas para sair do papel. Mas apenas a investigação dos desafios fundamentais por trás da construção de uma vila na Lua a partir de poeira lunar já animam os cientistas envolvidos na iniciativa.
"Isso pode acontecer de verdade", diz Sperl, "e eu mal posso esperar."

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Divulgação. © The Pokemon Company
Divulgação. © The Pokemon Company
Uma das novidades do Cartoon Network para o mês de março é a estreia dos novos episódios referentes a segunda temporada de Pokémon: The Series XY, algo que os fãs já estavam mais do que ansiosos para assistir. A exibição ocorrerá de segunda a quinta, às 16h.
Nestes capítulos inéditos, Ash, Pikachu e seus amigos (Serena, Fennekin, Pancham, Clemont e Bonnie), continuam em viagem pela região de Kalos, onde o treinador espera conseguir suas insígnias que o levarão a participar da Liga Kalos.
Vale lembrar que a nova temporada da série, Pokémon the Series: XY, já deve estar em processo de dublagem no Rio de Janeiro, algo que vem causando uma grande polêmica entre os fiéis seguidores da franquia.